Amor Impossível.

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   Hoje não há amores impossíveis. Os amores contemporâneos são sempre possíveis. Embora possam não ser correspondidos, poderiam ser concretizados. Somos livres de verbalizá-los, de persegui-los e de lutar por eles. Temos o trabalho facilitado já que o outro está à distância de um segundo. De uma mensagem escrita e prontamente enviada, grátis e fácil. Não há distância. Não há barreira física, há ligação virtual. Será o virtual real?

   Hoje há amores impossíveis. O tão perto de distância tornou-se tão longe de espírito. O facilitismo matou o amor. O amor é a conveniência de quem está online e responde primeiro à mensagem, de quem tem amigos em comum. Os amores de ontem eram impossíveis e a luta humana transformava-os possíveis. Os amores de hoje são possíveis e a desumanização ilude-os em impossíveis. Hoje o amor é impossível.

 

Com Amor,

A Rapariga (in)Comum

Redes sociais.

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  Tema muito actual e aparentemente eterno. As redes sociais vieram para ficar. Acho que como tudo na vida tem o seu lado bom e o seu lado mau. Mais uma vez como tudo na vida, o importante será utilizar com peso e medida.
Há barreiras que não devemos quebrar, nomeadamente deixar estas plataformas controlarem a nossa vida. Ninguém é mensurável nem pelo número de likes, nem pelo número de amigos, nem pela foto da “roupa do dia”. Ah e muito menos pela fotografia da comida do almoço. Tu tens um perfil numa rede social, não és um perfil de uma rede social.
As pessoas são mais do que aquilo que partilham. Na verdade, o que partilham é verdadeiramente insignificante. É muito fácil mascarar um estado de espírito depressivo numa imagem sorridente, maquilhada e filtrada.
Além do mais, o tempo passado a escrutinar publicações incontáveis no nosso mural não é recuperável. Não que isso seja inédito, já que passamos grande parte da nossa vida à espera e nem sabemos.
Resumindo, tudo óptimo em usar as redes sociais. Desde que não sejamos engolidos, substituídos e obcecados por elas. Pelos menos é a minha opinião e é aquilo que eu tento manter em mente.
Quando sinto que estou a cismar com algo, fácil, desligo-me da rede.

Com Amor,

A Rapariga (in)Comum

Homens.

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   Tu pareces simples. Um porto onde a minha alma poderia atracar. Um homem seguro, dono do seu nariz e sem medo. Espera, não têm todos os homens medo?
As mulheres não. Medo, só tu vês no meu olhar. Medo, só quando olho para ti. Medo,só de te perder. Ainda que me afastes e me banhes com a tua indiferença, tenho medo. Espero nunca o perder. E nunca te perder.
És o medo que há em mim. O medo que quero fazer feliz. O medo que infelizmente perdi.

Com Amor,

A Rapariga (in)Comum

Anónima, porquê?

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A minha foto é minha, sou eu, mas apenas se vê um cabelo arroxeado e uma silhueta feminina.

Eu sou da opinião que o mundo em que vivemos está contaminado pela aparência. Todos os que me vêem me apelidam de bela. Geralmente traz-me vantagens no relacionamento com o masculino e barreiras no feminino. Os homens gostam de agradar uma mulher bonitas. As mulheres querem eliminá-la.

Para mim a beleza do que sou está nos textos que escrevo e no amor que deposito em tudo o que faço.

Simplesmente não quero intoxicar a apreciação do leitor com uma imagem ou um nome. Assim é mais puro. É o que eu acho e tu?

Com Amor,

A Rapariga (in)Comum

Apresentação

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Como podem verificar no “Sobre” este é um blog de uma rapariga que pensa muito e pensa ter alguma facilidade de transformar pensamentos em palavras. Há quem diga que sim, há quem não ouse sequer ler. Sempre gostei de escrever, editei um livro e ganhei alguns concursos no universo escolar. De qualquer modo, escrevo porque gosto e porque preciso.

É bem verdade que um texto sem leitores é como um destino sem rumo. Adicionarei fotografias para tornar isto mais apelativo. Os olhos também comem e hoje em dia o apetite é mais de imagens do que letras. Por isso, estão convidados a ler as minhas reflexões diárias sobre a atualidade, o que interessa a todos e a nenhuns, a tudo o que seja (in)comum.

Prometo que não serão muito longas!

Com amor,

A Rapariga (in)Comum.